INTRODUÇÃO
Neste conteúdo vou abordar acerca do software, a história do movimento
do software livre pode ser traçada, a partir do início da década de 1990, com a
chegada e instalação do GNU/Linux em departamentos de Ciência da Computação de universidades
de ponta.
A título de exemplo, podemos citar o caso do Instituto de Matemática e
Estatística da Universidade de São Paulo, que já hospedava um curso de Ciência
da Computação desde 1972, fundado pelos pioneiros Imre Simon e Valdemar Setzer. Destaca-se também a fundação da Conectiva, do Projeto Software Livre do Rio Grande do Sul e Brasil em 1999 e da
ONG Associação Software Livre.
Software
A história do movimento do software livre no Brasil pode ser traçada, a
partir do início da década de 1990, com a chegada e instalação do GNU/Linux em departamentos de Ciência da Computação de universidades de ponta.
A título de exemplo, podemos citar o caso do Instituto de Matemática e
Estatística da Universidade de São Paulo, que já hospedava um curso de Ciência
da Computação desde 1972, fundado pelos pioneiros Imre Simon e Valdemar Setzer.
Destaca-se também a fundação da Conectiva, do Projeto Software Livre do Rio Grande do Sul e Brasil em 1999 e da
ONG Associação Software Livre. Em 2003, a Presidência da República publica um decreto que institui
comitês técnicos para a adoção do software livre em todos os
órgãos/instituições do Governo Brasileiro.
Em outubro de 2008, com a liderança do Centro de Competência de Software Livre-USP e do projeto europeu QualiPSo, é fundada a rede internacional de centros de competência em software
livre e o CCSL-USP é o primeiro centro a
integrar essa rede.
Software
livre
Software Livre é uma
forma de manifestação de um software em que, resumidamente, permitem-se adaptações ou modificações em seu
código de forma espontânea, ou seja, sem que haja a necessidade de solicitar
permissão ao seu proprietário para modificá-lo. Não confundir com o movimento Open
Source.
Seus objetivos concedem aos usuários a liberdade de controle na execução
e adaptação a sua computação e processamento de dados às suas necessidades
(concessão plena liberdade de controle e independência, através da
disponibilidade de código
fonte para análise e alterações); bem como hes
permitindo a liberdade social, para ser capaz de cooperar ativamente com todos
os usuários e desenvolvedores de sua escolha.
Os usuários de software livre
estão livres dessas atividades, porque eles não precisam pedir qualquer
permissão, eles não estão restritos nas atividades por meio de licenças
proprietárias restritivas (por exemplo, cópia restrita), ou requisitos de ter
de concordar com as cláusulas restritivas dos outros (por exemplo, acordos de
não divulgação), e eles não estão restritos desde o início (por exemplo,
através deliberada a não disponibilidade de código fonte).
Os objetivos do Software Livre e (controle na própria computação e
cooperação livre) são atingidas por concessão do seguinte-direitos de liberdade:
os usuários são livres para executar, copiar, distribuir, estudar, mudar e
melhorar o software, estas liberdades são explicitamente concedidas e não
suprimidas (como é o caso do software proprietário).
Assim, o software livre é uma questão de liberdade, não de preço (os usuários são livre – o que inclui a liberdade de
redistribuir o software, que
pode ser feito gratuitamente ou por uma taxa). Software livre garante as
liberdades dos usuários: estudar e modificar software, pela disponibilidade do código
fonte, bem como a liberdade de copiar e distribuir.
Definições
As duas principais organizações internacionais responsáveis pela
proteção e promoção do software livre, a Free Software Foundation (FSF) e a Open Source Initiative (OSI), atuam
também para garantir que os termos Free Software e Open Source sejam utilizados
de forma correta.
A Free Software Foundation considera um software como livre quando
atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários:
Ø Liberdade 0: A liberdade para executar o programa, para qualquer
propósito;
Ø Liberdade 1: A liberdade de estudar o software;
Ø Liberdade 2: A liberdade de redistribuir cópias do programa de modo que
você possa ajudar ao seu próximo;
Ø Liberdade 3: A liberdade de modificar o programa e distribuir estas
modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie.
Para que as quatro liberdades sejam satisfeitas é necessário que o
programa seja distribuído juntamente com o seu código-fonte e que não sejam
colocadas restrições para que os usuários alterem e redistribuam esse código.
A liberdade de executar o programa significa que qualquer tipo de pessoa
física ou jurídica pode utilizar o software em quantos
computadores quiser, em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de
trabalho ou atividade, sem nenhuma restrição imposta pelo fornecedor.
A liberdade de redistribuir o programa executável (em formato binário)
necessariamente inclui a obrigatoriedade de disponibilizar seus códigos-fonte.
Caso o software venha a ser modificado e o autor da modificação queira
distribuí-lo, gratuitamente ou não, será também obrigatória a distribuição do
código fonte das modificações, desde que elas venham a integrar o programa. Não
é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele
possa ser redistribuído, já que as licenças de software livre assim o permitem.
1.
A OSI, por conta da ambiguidade da palavra “free” em
inglês, prefere a expressão Open
Source, que em língua portuguesa é traduzida por software
de código aberto ou software aberto. A disponibilidade do código-fonte não é condição
suficiente para que ele seja considerado de código aberto. É necessário
satisfazer dez critérios, inspirados nas Orientações sobre Software Livre do
projeto Debian:
2.
Livre redistribuição: Sua
licença não pode restringir ninguém, proibindo que se venda ou doe o software a
terceiros;
3.
Código-fonte: O programa
precisa obrigatoriamente incluir código-fonte e permitir a distribuição tanto
do código-fonte quanto do programa já compilado;
4.
Obras derivadas: A
licença deve permitir modificações e obras derivadas que possam ser
redistribuídas dentro dos mesmos termos da licença original;
5.
Integridade do código do
autor: A licença pode proibir que se distribua o código-fonte original
modificado desde que a licença permita a distribuição de patch files com a
finalidade de modificar o programa em tempo de construção;
6.
Não discriminação contra
pessoas ou grupos: A licença não pode discriminar contra pessoas ou grupos;
Ideologia: as diferenças entre Software Livre e
Código Aberto
Muitos defensores do software livre argumentam que a liberdade é
essencial não só do ponto de vista técnico, mas também sob a ótica da moral e
da ética. É neste aspecto que o movimento de software livre (liderado pela FSF) se
distingue do movimento de código
aberto (liderado pela OSI).
Os defensores do código aberto (também conhecido como open source em inglês)
normalmente argumentam a respeito das virtudes pragmáticas do software livre ao
invés das questões morais.
A definição de software livre da FSF concentra-se prioritariamente na
questão da liberdade do usuário, a definição de Software Aberto da OSI abrange
as mesmas características, mas incluem algumas restrições adicionais focadas no
modelo corporativo e em negócios comerciais elaborados em torno do software.
Não há uma grande discordância entre as duas vertentes e boa parte da
comunidade se identifica com ambas as organizações (FSF e OSI). A diferença
sutil está no discurso e no público-alvo.
O conjunto de licenças aprovadas pela FSF e pela OSI é quase idêntico e,
portanto, em termos pragmáticos, podemos considerar que o movimento pelo
software livre e a iniciativa pelo código aberto se preocupam com o mesmo
software. Desta forma, todo software de código aberto não pode ser considerado
um software livre. O simples fato de o programa estar com seu código aberto,
não garante nada sobre a sua distribuição, modificação e comercialização.
Pode-se ter um programa com
código aberto, mas, impossibilitado de modificações, contrariando o conceito de
software livre.
A diferença entre Software Livre e Software
Gratuito
Segundo a Free Software Foundation, é comum que a comunidade de usuários confunda softwares
gratuitos (freewares)
com softwares livres. No entanto, a fundação enfatiza que há um grande equívoco nisto e que usuários devem entender que um software livre - ao
contrário de um software gratuito - é aquele que respeita a liberdade e senso de comunidade dos usuários. Richard
Stallman cita que "para
entender o conceito, pense em 'liberdade de expressão', não em cerveja grátis.
Isto significa que um desenvolvedor que distribuir um software livre pode
cobrar por isto ou fornecer o software de maneira gratuita.
Vantagens e desvantagens do Software Livre
Uma importante característica do software livre é o compartilhamento de
código-fonte. Esse compartilhamento pode simplificar o desenvolvimento de novas
aplicações, que não precisam ser programadas a partir do zero.
Essa vantagem tem impacto
significativo na redução de custos e na diminuição da duplicação de esforços.
Além de que um maior número de desenvolvedores pode ser capaz de identificar e
corrigir mais bugs (falhas) em menos tempo
e um número maior de usuários pode gerar situações de uso e necessidades variadas.
É esperado que o desenvolvedor
seja mais cuidadoso com o seu trabalho pois sabe que a sua produção será
avaliada por outros profissionais e possivelmente terá reflexos em sua carreira
profissional.
Do ponto de vista econômico, o software livre promove o estabelecimento de vários fornecedores com base no
mesmo software. A competição entre fornecedores traz vantagens aos usuários,
como melhorias nos serviços de suporte e redução nos preços de pacotes
(manuais, CDs, etc). Cerca de 80% do dinheiro gasto com software pelas empresas
são voltados para aplicações personalizadas e treinamento[12] . Esse modelo de negócio (suporte e venda de pacotes) incentiva o
surgimento de pequenas empresas que podem atender os mercados locais e
consequentemente redução da dependência de empresas estrangeiras.
A pouca experiência do mercado em lidar com o software livre e o próprio
fato do software ser, em geral, gratuito, podem gerar dúvidas sobre a
viabilidade econômica ou a qualidade do software. Estes conceitos estão sendo
revertidos aos poucos, pois algumas empresas defendem a opinião de que é mais
vantajoso aprimorar/contribuir com o software livre do que investir na
construção de um novo software similar e proprietário.
História do Software Livre
Esta é uma visão estilo linha do tempo sobre como iniciou o conceito do Software
Livre e evoluiu ao longo do tempo. A principal
referência para o texto é o material disponível no Centro de Competência de Software Livre (IME/USP) intitulado Software
Livre e Propriedade Intelectual: Aspectos Jurídicos, Licenças e Modelos de
Negócio.
Na
década de 60, os computadores de grande porte, utilizados quase exclusivamente
em grandes empresas e instituições
governamentais, dominavam o mercado da Computação. Nesta época, não era comum
do ponto de vista comercial a ideia do software como algo separado do hardware.
O software era entregue junto com o código-fonte ou, em muitas vezes, apenas o
código-fonte, pois os utilizadores frequentemente modificavam-o para corrigir
falhas ou adicionar novos recursos. Existiam
grupos de usuários que compartilhavam código e informações. A IBM, em 1967, já distribuía um sistema operacional para mainframes de modo
muito similar ao Software Livre [3] . Grupos de utilizadores como o do IBM 701, chamado SHARE, e o da Digital Equipment Corporation (DEC), chamado DECUS se formaram para facilitar a troca de software. Assim, no início, para
aqueles que tinham acesso à tecnologia, o software era livre.
v 1956: O governo dos EUA proíbe a AT&T de entrar no comércio de software (isso levou, posteriormente, o Bell Labs a distribuir livremente o seu Unix).
v 1960: O software é distribuído com seu código-fonte e sem nenhuma
restrição em grupos de software como SHARE (IBM) e DECUS (DEC).
v 1969: O Request for Comments
(RFC), que descreve a primeira Internet (depois chamada de ARPANET), é publicado; Ken
Thompson e Dennis
Ritchie desenvolvem uma versão simplificada do MULTICS
para um PDP-7. Esse sistema foi batizado por Brian
Kernighan de UNICS e depois como UNIX (um sistema operacional multitarefa).
Surgimento do Software Restrito e Berço do Software
Livre
Durante a década de 60 uma mudança começou a ocorrer: conforme os sistemas operacionais e os compiladores das linguagens de programação evoluíram, os custos manufatureiros de software aumentavam
dramaticamente. Uma pequena, embora crescente indústria de software se formasse,
e competia com os softwares empacotados pelas manufaturas de hardware (o custo
do software empacotado estava incluído nos custos do hardware), máquinas
arrendadas exigiam suporte de software, mas não forneciam nenhum retorno pelo
software, e alguns clientes capazes de satisfazer melhor suas próprias
necessidades não queriam estes custos de software embutidos nos custos dos
produtos de hardware. No processo antitrustes Estados Unidos contra IBM, iniciado em 17 de
janeiro de 1969, o governo americano cobrou que software empacotado era anticompetitivo.
A IBM, líder do mercado de computadores de grande porte, anunciou que a
partir de 1970 iria vender parte de seus programas separada do hardware. Assim,
a indústria de software mudou a sua cultura, tornando cada vez mais comum as
restrições de acesso e as possibilidades de compartilhamento de código entre
desenvolvedores.
O software começou a ser
comercializado como os produtos de prateleira de um supermercado. Bill Gates, aos 21 anos, através da “carta
aberta aos hobistas” levanta o potencial comercial do software como
produto no mercado de microcomputadores e questiona a viabilidade do
desenvolvimento fora do “modelo de prateleira”. Nesta carta, Bill Gates alega que a prática de compartilhamento de software não é justa e
afirma que tal prática evita que software bem feito seja escrito.
Neste mesmo período houve iniciativas que levaram à produção de sistemas
de software livre que estão em uso até os dias de hoje, como o SPICE, TeX e Unix. Desde 1972, o Unix está em contínuo desenvolvimento e deu origem a
diversas variantes, comercializadas por dezenas de empresas.
O Unix tornou-se popular entre os desenvolvedores por conta da sua filosofia
de compartilhamento e a relação com as universidades e centros de pesquisas.
Mesmo assim, em 1991, a AT&T Bell Labs demonstrou uma mudança de
mentalidade ao tentar processar a Universidade de Berkeley por conta da
publicação do código Unix BSD que o grupo de pesquisa de Berkeley (CSRG –
Computer Systems Research Group) tinha criado. Desde 1973, o CSRG havia sido um
dos principais centros de desenvolvimento do Unix e de aplicações a ele relacionadas.
v 1970: Surge a ARPANET, precursora da Internet; A IBM começa a vender seu software separadamente, estabelecendo assim o
início da indústria do software restrito.
v 1972: Portagem do Unix para outros PDP. Para simplificar esse processo, a
equipe de Ken Thompson tenta reescrever o Unix em outra linguagem (B ou BCPL). A equipe melhora a linguagem B e cria a linguagem C para reescrever o
Unix; Unix começa a ser distribuído em universidades e centros de pesquisa.
v 1973: Inicia-se a história do Unix BSD com a chegada do Unix à Universidade de Berkeley, na Califórnia; SPICE é colocado por Donald
Pederson em domínio público.
v 1978: Donald Knuth, da Universidade de Stanford, começou a trabalhar
no TeX, distribuído como software livre.
v 1979: AT&T começa a forçar licenças restritivas ao decidir que
poderia lucrar através do sistema Unix.
O Nascimento do Movimento do Software Livre
Em 1980 foram criados os primeiros projetos organizados de forma
consciente para serem software livre, assim como foram estabelecidos os
fundamentos éticos, legais e financeiros desse movimento. Em 1984, Richard
Stallman, então funcionário do laboratório de inteligência
artificial do (AI Lab) MIT, deixou seu emprego e começou a trabalhar no Projeto
GNU.
Stallman gostava de compartilhar seus interesses tecnológicos,
conhecimentos e código, algo incompatível com seu ambiente de trabalho no MIT. Podemos exemplificar alguns fatos ocorridos: um caso onde uma
irritante falha no software de uma impressora Xerox não podia ser corrigida
pois o código-fonte estava inacessível para seus usuários [6] ; um desacordo entre Stallman e a Symbolics sobre o acesso do MIT às
atualizações feitas em sua máquina Lisp.
Estes fatos motivaram Richard
Stallman a criar um mecanismo legal a fim de garantir que,
além daqueles que receberiam os programas diretamente do Projeto
GNU, todos os demais pudessem desfrutar os direitos de
copiar, redistribuir e modificar o software. Inclusive, todos aqueles que
recebessem algum software após qualquer número de redistribuições e,
eventualmente, modificações, também deveriam poder gozar dos mesmos direitos
associados ao software original distribuído pelo Projeto
GNU.
Esta foi a razão pela qual ele elaborou a Licença
GPL. Além disso, para institucionalizar o Projeto
GNU, bem como obter fundos para desenvolver e proteger
o software livre, de acordo com os princípios éticos que ele publicou no Manifesto
GNU, Stallman fundou a Free Software Foundation (FSF). Dessa forma, definitivamente nomeado, nasce o Movimento do
Software Livre.
v 1981: A IBM fecha acordo com Microsoft para que ela forneça o DOS para o PC, mas desconsidera a relevância do software e abre mão do copyright do DOS, abrindo espaço para
a expansão da Microsoft, graças ao mercado de clones do PC surgido
posteriormente.
v 1983: Richard Stallman posta mensagem no grupo net.unix-wizards com o assunto “new Unix implementation”; Anuncia a
criação do GNU e explica seus princípios para a necessidade de criação de um novo Unix; Menciona que serão necessários um núcleo, um editor e um compilador,
entre outras ferramentas. No final ele pede contribuições na forma de máquinas,
dinheiro e ajuda para escrever o software.
v 1984: Stallman pede demissão do AI Lab do MIT para se dedicar ao Projeto
GNU, e usa o termo software livre no Manifesto
GNU; O primeiro software do Projeto
GNU é liberado, o GNU Emacs, escrito por Richard
Stallman e Guy L. Steele.
v 1985: O consórcio X distribui o sistema de janela X como software livre;
Richard Stallman funda a Free
Software Foundation (FSF). A FSF define software livre baseado em 4 liberdades fundamentais; GCC,
escrito por Richard Stallman e Len Towe, tem sua
primeira versão finalizada.
v 1987: Andrew Tanenbaum escreve uma versão
didática simplificada do Unix, denominada MINIX; Para arrecadar dinheiro, a FSF vende cópias do software GNU em fita magnética por 150 dólares.
v 1989: A FSF cria o conceito de copyleft
e a Licença GPL para garantir as 4 liberdades do software; Michael
Stonebreaker, criador do Ingres, lança o PostgreSQL como software livre; A Cygnus, primeira empresa que essencialmente começou a prover serviços para
software livre é fundada por Michael
Tiemann, David Henkel-Wallace e John
Gilmore; Começa a ser desenvolvido o Network Simulator (NS), um simulador
de rede de telecomunicações livre, que passaria a ser o mais usado por
pesquisadores de todo o mundo. O advento da Usenet no começo de 1980 interligou ainda mais a comunidade de programadores e
forneceu uma maneira mais simples para programadores compartilharem software e
contribuírem para softwares escritor por outros.
Linux
Em julho de 1991, Linus
Torvalds, um estudante finlandês da Universidade de Helsinki, de 21 anos de idade, divulgou sua primeira mensagem mencionando o seu
projeto de construir um sistema livre similar ao Minix, e obteve ajuda de diversos desenvolvedores, de diversas partes do
planeta. Linus já estava na pós-graduação e resolveu fazer experiências com o
novo computador 386 que recebera na época. Ele conseguiu fazer com que um
primeiro esboço do que seria o núcleo de seu sistema operacional executasse
dois programas concorrentemente.
Assim, anunciou na Internet que tinha um protótipo de sistema
operacional. Em setembro do mesmo ano, Linus lançou uma versão oficial. Em
março de 1994, a versão 1.0, a primeira a ser chamada de estável, foi liberada.
Durante esse período, centenas de desenvolvedores se juntaram ao projeto para
integrar todo o sistema GNU em torno do.
CONCLUSÃO
Concluímos que, esta é uma visão estilo linha do tempo sobre como
iniciou o conceito do Software
Livre e evoluiu ao longo do tempo. A principal
referência para o texto é o material disponível no Centro de Competência de Software Livre (IME/USP) intitulado Software
Livre e Propriedade Intelectual: Aspectos Jurídicos, Licenças e Modelos de
Negócio.
AGRADECIMENTO
Primeiramente
agradecemos adeus por ter nos metido na terra, aos nossos pais que tem nos dado
todo carinho de apostar na nossa educação, e aos nossos professores por terem
partilhado conosco sempre os seu conhecimentos.
BIBLIOGRAFIA
canaltech.com.br/coluna/software/A-Historia-do-Software-Livre/
Republica de Angola
Ministerio da Educação
Centro de Formação Rosonga
TRABALHO
DE INFORMATICA
TEMA:
SURGIMENTO
DO SOFTWARE
![]() |
Grupo: C
Sala nº: 04
Periodo: Manha
Turma: A
Docente
______________
Fernando Jóse
INTEGRANTES
DO GRUPO
1.
Maria Fatima André
2.
Rosita António
INDICE
INTRODUÇÃO…………………………………………………………….…………01
DESENVOLVIMENTO………………………..……………………………………..02
Software……..………………………………………………………………...………2.1
Software
livre…………………………………………………………………………2.2
Definições……………………………………………………………………………....03
Ideologia: as diferenças entre Software Livre e
Código Aberto………...…………04
A diferença entre Software Livre e Software
Gratuito………………………….…4.1
Vantagens e desvantagens do Software Livre……………………………………….05
História do Software Livre…………………………………………………..………5.1
Surgimento do Software Restrito e Berço do
Software Livre………………...……06
O Nascimento do Movimento do Software Livre…………………………………...07
Linux…………………………………………………………………………………...08
CONCLUSÃO…………………………………………………………………………09
AGRADECIMENTO…………………………………………………………………10
BIBLIOGRAFIA………..…………………………………………………………….11
Negraomuzik.blogspot.com


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