quarta-feira, 4 de maio de 2016



INTRODUÇÃO

Neste conteúdo vou abordar acerca do software, a história do movimento do software livre pode ser traçada, a partir do início da década de 1990, com a chegada e instalação do GNU/Linux em departamentos de Ciência da Computação de universidades de ponta.

A título de exemplo, podemos citar o caso do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo, que já hospedava um curso de Ciência da Computação desde 1972, fundado pelos pioneiros Imre Simon e Valdemar Setzer. Destaca-se também a fundação da Conectiva, do Projeto Software Livre do Rio Grande do Sul e Brasil em 1999 e da ONG Associação Software Livre.


  

Software

A história do movimento do software livre no Brasil pode ser traçada, a partir do início da década de 1990, com a chegada e instalação do GNU/Linux em departamentos de Ciência da Computação de universidades de ponta.

A título de exemplo, podemos citar o caso do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo, que já hospedava um curso de Ciência da Computação desde 1972, fundado pelos pioneiros Imre Simon e Valdemar Setzer.

Destaca-se também a fundação da Conectiva, do Projeto Software Livre do Rio Grande do Sul e Brasil em 1999 e da ONG Associação Software Livre. Em 2003, a Presidência da República publica um decreto que institui comitês técnicos para a adoção do software livre em todos os órgãos/instituições do Governo Brasileiro.

Em outubro de 2008, com a liderança do Centro de Competência de Software Livre-USP e do projeto europeu QualiPSo, é fundada a rede internacional de centros de competência em software livre  e o CCSL-USP é o primeiro centro a integrar essa rede.

Software livre
Software Livre é uma forma de manifestação de um software em que, resumidamente, permitem-se adaptações ou modificações em seu código de forma espontânea, ou seja, sem que haja a necessidade de solicitar permissão ao seu proprietário para modificá-lo. Não confundir com o movimento Open Source.

Seus objetivos concedem aos usuários a liberdade de controle na execução e adaptação a sua computação e processamento de dados às suas necessidades (concessão plena liberdade de controle e independência, através da disponibilidade de código fonte para análise e alterações); bem como hes permitindo a liberdade social, para ser capaz de cooperar ativamente com todos os usuários e desenvolvedores de sua escolha.

 Os usuários de software livre estão livres dessas atividades, porque eles não precisam pedir qualquer permissão, eles não estão restritos nas atividades por meio de licenças proprietárias restritivas (por exemplo, cópia restrita), ou requisitos de ter de concordar com as cláusulas restritivas dos outros (por exemplo, acordos de não divulgação), e eles não estão restritos desde o início (por exemplo, através deliberada a não disponibilidade de código fonte).

Os objetivos do Software Livre e (controle na própria computação e cooperação livre) são atingidas por concessão do seguinte-direitos de liberdade: os usuários são livres para executar, copiar, distribuir, estudar, mudar e melhorar o software, estas liberdades são explicitamente concedidas e não suprimidas (como é o caso do software proprietário).

 Assim, o software livre é uma questão de liberdade, não de preço (os usuários são livre – o que inclui a liberdade de redistribuir o software, que pode ser feito gratuitamente ou por uma taxa). Software livre garante as liberdades dos usuários: estudar e modificar software, pela disponibilidade do código fonte, bem como a liberdade de copiar e distribuir.

Definições

As duas principais organizações internacionais responsáveis pela proteção e promoção do software livre, a Free Software Foundation (FSF) e a Open Source Initiative (OSI), atuam também para garantir que os termos Free Software e Open Source sejam utilizados de forma correta.

A Free Software Foundation considera um software como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários:
Ø  Liberdade 0: A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito;
Ø  Liberdade 1: A liberdade de estudar o software;
Ø  Liberdade 2: A liberdade de redistribuir cópias do programa de modo que você possa ajudar ao seu próximo;
Ø  Liberdade 3: A liberdade de modificar o programa e distribuir estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie.

Para que as quatro liberdades sejam satisfeitas é necessário que o programa seja distribuído juntamente com o seu código-fonte e que não sejam colocadas restrições para que os usuários alterem e redistribuam esse código.

A liberdade de executar o programa significa que qualquer tipo de pessoa física ou jurídica pode utilizar o software em quantos computadores quiser, em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem nenhuma restrição imposta pelo fornecedor.

A liberdade de redistribuir o programa executável (em formato binário) necessariamente inclui a obrigatoriedade de disponibilizar seus códigos-fonte. Caso o software venha a ser modificado e o autor da modificação queira distribuí-lo, gratuitamente ou não, será também obrigatória a distribuição do código fonte das modificações, desde que elas venham a integrar o programa. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuído, já que as licenças de software livre assim o permitem.

1.      A OSI, por conta da ambiguidade da palavra “free” em inglês, prefere a expressão Open Source, que em língua portuguesa é traduzida por software de código aberto ou software aberto. A disponibilidade do código-fonte não é condição suficiente para que ele seja considerado de código aberto. É necessário satisfazer dez critérios, inspirados nas Orientações sobre Software Livre do projeto Debian:
2.      Livre redistribuição: Sua licença não pode restringir ninguém, proibindo que se venda ou doe o software a terceiros;
3.      Código-fonte: O programa precisa obrigatoriamente incluir código-fonte e permitir a distribuição tanto do código-fonte quanto do programa já compilado;
4.      Obras derivadas: A licença deve permitir modificações e obras derivadas que possam ser redistribuídas dentro dos mesmos termos da licença original;
5.      Integridade do código do autor: A licença pode proibir que se distribua o código-fonte original modificado desde que a licença permita a distribuição de patch files com a finalidade de modificar o programa em tempo de construção;
6.      Não discriminação contra pessoas ou grupos: A licença não pode discriminar contra pessoas ou grupos;
*      Não discriminação contra áreas de utilização: A licença não pode restringir os usuários de fazer uso do programa em uma área específica;
*      Distribuição da licença: Os direitos associados ao programa através da licença são automaticamente repassados a todas as pessoas às quais o programa é redistribuído sem a necessidade de definição ou aceitação de uma nova licença;
*      Licença não pode ser específica a um produto: Os direitos associados a um programa não dependem de qual distribuição em particular aquele programa está inserido. Se o programa é retirado de uma distribuição, os direitos garantidos por sua licença continuam valendo;
*      Licenças não podem restringir outro software: A licença não pode colocar restrições em relação a outros programas que sejam distribuídos junto com o software em questão; e
*      Licenças devem ser neutras em relação as tecnologias: Nenhuma exigência da licença pode ser específica a uma determinada tecnologia ou estilo de interface.

Ideologia: as diferenças entre Software Livre e Código Aberto

Muitos defensores do software livre argumentam que a liberdade é essencial não só do ponto de vista técnico, mas também sob a ótica da moral e da ética. É neste aspecto que o movimento de software livre (liderado pela FSF) se distingue do movimento de código aberto (liderado pela OSI).

Os defensores do código aberto (também conhecido como open source em inglês) normalmente argumentam a respeito das virtudes pragmáticas do software livre ao invés das questões morais.

A definição de software livre da FSF concentra-se prioritariamente na questão da liberdade do usuário, a definição de Software Aberto da OSI abrange as mesmas características, mas incluem algumas restrições adicionais focadas no modelo corporativo e em negócios comerciais elaborados em torno do software. Não há uma grande discordância entre as duas vertentes e boa parte da comunidade se identifica com ambas as organizações (FSF e OSI). A diferença sutil está no discurso e no público-alvo.

O conjunto de licenças aprovadas pela FSF e pela OSI é quase idêntico e, portanto, em termos pragmáticos, podemos considerar que o movimento pelo software livre e a iniciativa pelo código aberto se preocupam com o mesmo software. Desta forma, todo software de código aberto não pode ser considerado um software livre. O simples fato de o programa estar com seu código aberto, não garante nada sobre a sua distribuição, modificação e comercialização.

 Pode-se ter um programa com código aberto, mas, impossibilitado de modificações, contrariando o conceito de software livre.

A diferença entre Software Livre e Software Gratuito

Segundo a Free Software Foundation, é comum que a comunidade de usuários confunda softwares gratuitos (freewares) com softwares livres. No entanto, a fundação enfatiza que há um grande equívoco nisto e que usuários devem entender que um software livre - ao contrário de um software gratuito - é aquele que respeita a liberdade e senso de comunidade dos usuários. Richard Stallman cita que "para entender o conceito, pense em 'liberdade de expressão', não em cerveja grátis. Isto significa que um desenvolvedor que distribuir um software livre pode cobrar por isto ou fornecer o software de maneira gratuita.

Vantagens e desvantagens do Software Livre

Uma importante característica do software livre é o compartilhamento de código-fonte. Esse compartilhamento pode simplificar o desenvolvimento de novas aplicações, que não precisam ser programadas a partir do zero.

 Essa vantagem tem impacto significativo na redução de custos e na diminuição da duplicação de esforços. Além de que um maior número de desenvolvedores pode ser capaz de identificar e corrigir mais bugs (falhas) em menos tempo e um número maior de usuários pode gerar situações de uso e necessidades variadas.

 É esperado que o desenvolvedor seja mais cuidadoso com o seu trabalho pois sabe que a sua produção será avaliada por outros profissionais e possivelmente terá reflexos em sua carreira profissional.

Do ponto de vista econômico, o software livre promove o estabelecimento de vários fornecedores com base no mesmo software. A competição entre fornecedores traz vantagens aos usuários, como melhorias nos serviços de suporte e redução nos preços de pacotes (manuais, CDs, etc). Cerca de 80% do dinheiro gasto com software pelas empresas são voltados para aplicações personalizadas e treinamento[12] . Esse modelo de negócio (suporte e venda de pacotes) incentiva o surgimento de pequenas empresas que podem atender os mercados locais e consequentemente redução da dependência de empresas estrangeiras.

A pouca experiência do mercado em lidar com o software livre e o próprio fato do software ser, em geral, gratuito, podem gerar dúvidas sobre a viabilidade econômica ou a qualidade do software. Estes conceitos estão sendo revertidos aos poucos, pois algumas empresas defendem a opinião de que é mais vantajoso aprimorar/contribuir com o software livre do que investir na construção de um novo software similar e proprietário.

História do Software Livre

Esta é uma visão estilo linha do tempo sobre como iniciou o conceito do Software Livre e evoluiu ao longo do tempo. A principal referência para o texto é o material disponível no Centro de Competência de Software Livre (IME/USP) intitulado Software Livre e Propriedade Intelectual: Aspectos Jurídicos, Licenças e Modelos de Negócio.

            Na década de 60, os computadores de grande porte, utilizados quase exclusivamente em  grandes empresas e instituições governamentais, dominavam o mercado da Computação. Nesta época, não era comum do ponto de vista comercial a ideia do software como algo separado do hardware. O software era entregue junto com o código-fonte ou, em muitas vezes, apenas o código-fonte, pois os utilizadores frequentemente modificavam-o para corrigir falhas ou adicionar novos recursos. Existiam grupos de usuários que compartilhavam código e informações. A IBM, em 1967, já distribuía um sistema operacional para mainframes de modo muito similar ao Software Livre [3] . Grupos de utilizadores como o do IBM 701, chamado SHARE, e o da Digital Equipment Corporation (DEC), chamado DECUS se formaram para facilitar a troca de software. Assim, no início, para aqueles que tinham acesso à tecnologia, o software era livre.

v  1956: O governo dos EUA proíbe a AT&T de entrar no comércio de software (isso levou, posteriormente, o Bell Labs a distribuir livremente o seu Unix).
v  1960: O software é distribuído com seu código-fonte e sem nenhuma restrição em grupos de software como SHARE (IBM) e DECUS (DEC).
v  1969: O Request for Comments (RFC), que descreve a primeira Internet (depois chamada de ARPANET), é publicado; Ken Thompson e Dennis Ritchie desenvolvem uma versão simplificada do MULTICS para um PDP-7. Esse sistema foi batizado por Brian Kernighan de UNICS e depois como UNIX (um sistema operacional multitarefa).

Surgimento do Software Restrito e Berço do Software Livre

Durante a década de 60 uma mudança começou a ocorrer: conforme os sistemas operacionais e os compiladores das linguagens de programação evoluíram, os custos manufatureiros de software aumentavam dramaticamente. Uma pequena, embora crescente indústria de software se formasse, e competia com os softwares empacotados pelas manufaturas de hardware (o custo do software empacotado estava incluído nos custos do hardware), máquinas arrendadas exigiam suporte de software, mas não forneciam nenhum retorno pelo software, e alguns clientes capazes de satisfazer melhor suas próprias necessidades não queriam estes custos de software embutidos nos custos dos produtos de hardware. No processo antitrustes Estados Unidos contra IBM, iniciado em 17 de janeiro de 1969, o governo americano cobrou que software empacotado era anticompetitivo.

A IBM, líder do mercado de computadores de grande porte, anunciou que a partir de 1970 iria vender parte de seus programas separada do hardware. Assim, a indústria de software mudou a sua cultura, tornando cada vez mais comum as restrições de acesso e as possibilidades de compartilhamento de código entre desenvolvedores.

 O software começou a ser comercializado como os produtos de prateleira de um supermercado. Bill Gates, aos 21 anos, através da “carta aberta aos hobistas” levanta o potencial comercial do software como produto no mercado de microcomputadores e questiona a viabilidade do desenvolvimento fora do “modelo de prateleira”. Nesta carta, Bill Gates alega que a prática de compartilhamento de software não é justa e afirma que tal prática evita que software bem feito seja escrito.

Neste mesmo período houve iniciativas que levaram à produção de sistemas de software livre que estão em uso até os dias de hoje, como o SPICE, TeX e Unix. Desde 1972, o Unix está em contínuo desenvolvimento e deu origem a diversas variantes, comercializadas por dezenas de empresas.

 O Unix tornou-se popular entre os desenvolvedores por conta da sua filosofia de compartilhamento e a relação com as universidades e centros de pesquisas. Mesmo assim, em 1991, a AT&T Bell Labs demonstrou uma mudança de mentalidade ao tentar processar a Universidade de Berkeley por conta da publicação do código Unix BSD que o grupo de pesquisa de Berkeley (CSRG – Computer Systems Research Group) tinha criado. Desde 1973, o CSRG havia sido um dos principais centros de desenvolvimento do Unix e de aplicações a ele relacionadas.

v  1970: Surge a ARPANET, precursora da Internet; A IBM começa a vender seu software separadamente, estabelecendo assim o início da indústria do software restrito.
v  1972: Portagem do Unix para outros PDP. Para simplificar esse processo, a equipe de Ken Thompson tenta reescrever o Unix em outra linguagem (B ou BCPL). A equipe melhora a linguagem B e cria a linguagem C para reescrever o Unix; Unix começa a ser distribuído em universidades e centros de pesquisa.
v  1973: Inicia-se a história do Unix BSD com a chegada do Unix à Universidade de Berkeley, na Califórnia; SPICE é colocado por Donald Pederson em domínio público.
v  1975: Lançada a primeira versão do Ingres, banco de dados livre (o ancestral do PostgreSQL).
v  1976: Bill Gates escreve a “carta aberta aos hobistas”.
v  1977: A Arpanet atinge mais de 100 computadores.
v  1978: Donald Knuth, da Universidade de Stanford, começou a trabalhar no TeX, distribuído como software livre.
v  1979: AT&T começa a forçar licenças restritivas ao decidir que poderia lucrar através do sistema Unix.

O Nascimento do Movimento do Software Livre

Em 1980 foram criados os primeiros projetos organizados de forma consciente para serem software livre, assim como foram estabelecidos os fundamentos éticos, legais e financeiros desse movimento. Em 1984, Richard Stallman, então funcionário do laboratório de inteligência artificial do (AI Lab) MIT, deixou seu emprego e começou a trabalhar no Projeto GNU.

Stallman gostava de compartilhar seus interesses tecnológicos, conhecimentos e código, algo incompatível com seu ambiente de trabalho no MIT. Podemos exemplificar alguns fatos ocorridos: um caso onde uma irritante falha no software de uma impressora Xerox não podia ser corrigida pois o código-fonte estava inacessível para seus usuários [6] ; um desacordo entre Stallman e a Symbolics sobre o acesso do MIT às atualizações feitas em sua máquina Lisp.

 Estes fatos motivaram Richard Stallman a criar um mecanismo legal a fim de garantir que, além daqueles que receberiam os programas diretamente do Projeto GNU, todos os demais pudessem desfrutar os direitos de copiar, redistribuir e modificar o software. Inclusive, todos aqueles que recebessem algum software após qualquer número de redistribuições e, eventualmente, modificações, também deveriam poder gozar dos mesmos direitos associados ao software original distribuído pelo Projeto GNU.

Esta foi a razão pela qual ele elaborou a Licença GPL. Além disso, para institucionalizar o Projeto GNU, bem como obter fundos para desenvolver e proteger o software livre, de acordo com os princípios éticos que ele publicou no Manifesto GNU, Stallman fundou a Free Software Foundation (FSF). Dessa forma, definitivamente nomeado, nasce o Movimento do Software Livre.

v  1981: A IBM fecha acordo com Microsoft para que ela forneça o DOS para o PC, mas desconsidera a relevância do software e abre mão do copyright do DOS, abrindo espaço para a expansão da Microsoft, graças ao mercado de clones do PC surgido posteriormente.
v  1983: Richard Stallman posta mensagem no grupo net.unix-wizards com o assunto “new Unix implementation”; Anuncia a criação do GNU e explica seus princípios para a necessidade de criação de um novo Unix; Menciona que serão necessários um núcleo, um editor e um compilador, entre outras ferramentas. No final ele pede contribuições na forma de máquinas, dinheiro e ajuda para escrever o software.
v  1984: Stallman pede demissão do AI Lab do MIT para se dedicar ao Projeto GNU, e usa o termo software livre no Manifesto GNU; O primeiro software do Projeto GNU é liberado, o GNU Emacs, escrito por Richard Stallman e Guy L. Steele.
v  1985: O consórcio X distribui o sistema de janela X como software livre; Richard Stallman funda a Free Software Foundation (FSF). A FSF define software livre baseado em 4 liberdades fundamentais; GCC, escrito por Richard Stallman e Len Towe, tem sua primeira versão finalizada.
v  1987: Andrew Tanenbaum escreve uma versão didática simplificada do Unix, denominada MINIX; Para arrecadar dinheiro, a FSF vende cópias do software GNU em fita magnética por 150 dólares.
v  1989: A FSF cria o conceito de copyleft e a Licença GPL para garantir as 4 liberdades do software; Michael Stonebreaker, criador do Ingres, lança o PostgreSQL como software livre; A Cygnus, primeira empresa que essencialmente começou a prover serviços para software livre é fundada por Michael Tiemann, David Henkel-Wallace e John Gilmore; Começa a ser desenvolvido o Network Simulator (NS), um simulador de rede de telecomunicações livre, que passaria a ser o mais usado por pesquisadores de todo o mundo. O advento da Usenet no começo de 1980 interligou ainda mais a comunidade de programadores e forneceu uma maneira mais simples para programadores compartilharem software e contribuírem para softwares escritor por outros.

Linux

Em julho de 1991, Linus Torvalds, um estudante finlandês da Universidade de Helsinki, de 21 anos de idade, divulgou sua primeira mensagem mencionando o seu projeto de construir um sistema livre similar ao Minix, e obteve ajuda de diversos desenvolvedores, de diversas partes do planeta. Linus já estava na pós-graduação e resolveu fazer experiências com o novo computador 386 que recebera na época. Ele conseguiu fazer com que um primeiro esboço do que seria o núcleo de seu sistema operacional executasse dois programas concorrentemente.

Assim, anunciou na Internet que tinha um protótipo de sistema operacional. Em setembro do mesmo ano, Linus lançou uma versão oficial. Em março de 1994, a versão 1.0, a primeira a ser chamada de estável, foi liberada. Durante esse período, centenas de desenvolvedores se juntaram ao projeto para integrar todo o sistema GNU em torno do.



CONCLUSÃO

Concluímos que, esta é uma visão estilo linha do tempo sobre como iniciou o conceito do Software Livre e evoluiu ao longo do tempo. A principal referência para o texto é o material disponível no Centro de Competência de Software Livre (IME/USP) intitulado Software Livre e Propriedade Intelectual: Aspectos Jurídicos, Licenças e Modelos de Negócio.






AGRADECIMENTO

Primeiramente agradecemos adeus por ter nos metido na terra, aos nossos pais que tem nos dado todo carinho de apostar na nossa educação, e aos nossos professores por terem partilhado conosco sempre os seu conhecimentos.


 BIBLIOGRAFIA

canaltech.com.br/coluna/software/A-Historia-do-Software-Livre/




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Republica de Angola
Ministerio da Educação
Centro de Formação Rosonga



TRABALHO DE INFORMATICA

TEMA:

SURGIMENTO DO SOFTWARE



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Grupo: C
Sala nº: 04
Periodo: Manha
Turma: A
                                                                                                               Docente
______________
                                                                                                                   Fernando Jóse






INTEGRANTES DO GRUPO

1.      Maria Fatima André
2.      Rosita António










































INDICE

INTRODUÇÃO…………………………………………………………….…………01
DESENVOLVIMENTO………………………..……………………………………..02


Software……..………………………………………………………………...………2.1
Software livre…………………………………………………………………………2.2
Definições……………………………………………………………………………....03
Ideologia: as diferenças entre Software Livre e Código Aberto………...…………04
A diferença entre Software Livre e Software Gratuito………………………….…4.1
Vantagens e desvantagens do Software Livre……………………………………….05
História do Software Livre…………………………………………………..………5.1
Surgimento do Software Restrito e Berço do Software Livre………………...……06
O Nascimento do Movimento do Software Livre…………………………………...07
Linux…………………………………………………………………………………...08

CONCLUSÃO…………………………………………………………………………09
AGRADECIMENTO…………………………………………………………………10
BIBLIOGRAFIA………..…………………………………………………………….11












 Negraomuzik.blogspot.com 








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